O pedreiro Valdemir de Oliveira Viana (40), acusado de matar a facadas sua amásia, a doméstica Ana Rosa Cândido (42), concedeu entrevista à reportagem enquanto estava internado no Hospital das Clínicas de Botucatu sob escolta. "Cheguei do serviço e tivemos uma discussão. A gente sempre brigava, mas nunca imaginei que fosse acabar nisso", comentou o pedreiro.
O crime aconteceu na quinta-feira à noite, na Rua Horife Jorge, no Jardim Brasil. Ele e a esposa estavam na casa onde moravam, de dois cômodos, junto com o filho da doméstica.
Ele ainda diz que sua memória apagou. "Não lembro de nada do que aconteceu. O álcool tirou minha memória. A gente estava junto há uns oito ou nove meses. Gostava dela, não sei como foi acontecer isso", afirmou.
Alcoolismo - Valdemir ainda cita que já fez tratamento para alcoolismo, mas não resolveu. "Nunca tive ficha na Polícia a não ser por agressão. Fiz tratamento de alccolismo, mas não resolveu. É uma tragédia, vou ter que pagar, né", comentou.
Viana continuava internado na manhã de ontem, conversava e seu estado era aparentemente bom.