12 de fev. de 2008

Saúde faz balanço nos postos e já realiza cerca de 1,2 milhão de procedimentos ao ano

A Secretaria Municipal de Saúde está realizando um levantamento em todas as suas unidades básicas para analisar os números de cada serviço para procurar melhorá-lo. Segundo o secretário Municipal da pasta, Valdemar Pereira de Pinho, são realizados por ano 1,2 milhão de procedimentos nos centro de saúde. Ao todo, são atendidos 400 mil pacientes atendidos com receitas de medicamentos. O Município investe anualmente R$ 1,6 milhão em remédios. Segundo o responsável pela secretaria, são 6 mil famílias atendidas nos PSFs – Programa Saúde da Família.

As ações da Vigilância Sanitária, segundo Pinho, totalizaram 6.400/ ano, com 900 inspeções diretamente ligadas a gêneros alimentícios. Na saúde do trabalhador são realizadas 1.900 consultas médicas/ ano e 1.500 pessoas estão em reabilitação para o trabalho. Já a Vigilância em Saúde Ambiental (VISA) recebeu 3.500 reclamações relacionadas a doenças que podem ser transmitidas ao homem através de animais, como a de terrenos baldios. Foram vacinados 25 mil animais, exceto campanhas de bloqueio como de morcego com raiva, onde cães e gatos também são imunizados.

O serviço de ambulância – também ligado à Secretaria de Saúde – atende 17 mil pacientes/ ano. Para fora de Botucatu são 1.200 pacientes/ ano. Os veículos rodam anualmente 630 mil quilômetros.

“Nosso atendimento à saúde ampliou-se em muito nos últimos anos. Essa avaliação que estamos fazendo agora será por unidade, para saber o que está faltando e o que precisa ser investido mais”, destaca o secretário da Saúde.

Uma das intenções de implantação, segundo o secretário, é ampliar o atendimento dado ao centro de especialidades odontológicos, que atende preferencialmente crianças e gestantes, buscando alcançar maior assistência a adultos.

Pinho considera que Botucatu é privilegiada na área da saúde em relação a outras cidades do mesmo porte. Ele diz acreditar que é necessário melhorar a agilidade do atendimento de especialidades e isso está sendo negociado com o Governo do Estado de São Paulo.

Um serviço que pode ser melhorado com apoio da população, diz Pinho, é o serviço de ambulância. “Menos de 15% dos pacientes vão de maca ou de cadeira de rodas. Às vezes, as pessoas dizem que é urgência, mas na verdade não é, aí existe reclamação de demora no atendimento”, cita. (Com TV Estrella/Diário da Serra).

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